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O medo de se expor também custa oportunidades.

Me desculpe, mas você não entende nada de Rede Social.
Fala a verdade pra mim: quantas vezes você entrou numa rede e ficou deslizando o dedo sem nem lembrar do que viu?

Achou algo interessante? Curtiu. Merecido. E seguiu.
Curtir não é participar.
Curtir é acenar de longe.

Se você está numa rede social, o verbo esperado é simples:
Socializar. Comentar. Conversar. Construir relação.

Um exercício simples, mas fundamental:
Imagina você num stand impecável, no maior evento do seu mercado.
Uma fortuna investida. Layout perfeito. Sorriso no rosto.
E aí o público chega. Para. Olha. Te encara.
E você? Devolve com um joinha tímido, sorri de canto… e deixa todo mundo passar. Faz sentido? Claro que não.

É exatamente isso que muita gente faz nas redes.
Está lá. Mas não se coloca. Não interage. Não participa.
E aí espera que algo mude.

Estar presente não basta, você sabe. É preciso interagir, se conectar, mostrar valor. E o mesmo vale pra sua presença aqui.

Seu tempo nas redes também é um investimento.
Talvez não literalmente de dinheiro, mas de algo ainda mais valioso: tempo, atenção e oportunidade.

Eu já descobri pessoas brilhantes em conversas de bar. Ideias incríveis, pontos de vista únicos, histórias que mereciam ser ouvidas.

E fico triste ao ver que, nas redes sociais, essas mesmas pessoas estão invisíveis. Perfis vazios. Nenhum conteúdo. Nenhuma participação.

Quando a gente se expõe, a mágica acontece:
Gente se identifica.
Gente gosta da sua visão de mundo.
Gente reflete a partir do que você compartilhou.

O medo de se expor é o medo de viver oportunidades.
Pra você ter ideia:
- Perfis que comentam regularmente têm 5x mais visualizações no LinkedIn.
- 80% das oportunidades surgem de conversas abertas, e não de likes tímidos.


E como ouvi do Gary Vaynerchuk no RD Summit:
"Quem não se mostra, não é visto. Quem não conversa, não é lembrado."


E aí, como você tem usado suas redes sociais?
Bora conversar, pessoal.