RD Station: algumas conquistas precisam sair da tela
Depois de três dias de MundoRD, resolvi ficar mais algumas horas em Florianópolis. Motivo simples: conhecer a sede da RD Station.
E foi aí que percebi uma coisa meio absurda.
Somos parceiros desde 2016. Já fui a vários eventos da RD.
A Trammit hoje é agência Diamond. Meu sócio, Fábio Monteiro, acabou de ser escolhido para participar do Fórum Estratégico de Parceiros, um grupo com apenas 15 membros que contribuem em discussões junto ao time executivo da RD.
E, mesmo assim, eu nunca tinha ido até lá.
Enquanto o Fábio participava do conselho, fui conhecer a sede. Fui recebido pela Lavinia Coimbra, nossa CS, junto com um grupo de donos de agências de várias partes do Brasil.
Andei pelos três andares.
Conheci os espaços.
Fui até o rooftop.
Almoçamos juntos.
Conversei.
Observei.
Registrei.
Tudo isso em poucas horas, porque às 14h30 eu já precisava correr para o aeroporto. Mas alguma coisa ficou. Talvez porque, andando por ali, eu tenha lembrado do começo dessa história.
Lembro de um dos primeiros RD Summits em Florianópolis.
Meu sócio já tinha sido fisgado pela ideia.
Eu ainda olhava tudo com certa cautela.
Via oportunidade, claro. Mas também queria entender onde aquilo podia realmente chegar. Até que, em determinado momento, vi a Trammit entre as 10 agências de uma premiação da RD.
Aquilo mexeu comigo. É muito bom quando falam bem da gente. E, aos poucos, aquela parceria deixou de ser só uma ferramenta, um evento ou uma oportunidade comercial. Virou parte da nossa história.
Quase dez anos depois, eu estava ali. Dentro da sede. Meu sócio participando de um fórum estratégico. A Trammit no nível mais alto da parceria.
E talvez o mais curioso seja isso:
A gente conquista as coisas tão aos poucos que, às vezes, nem percebe que conquistou.
O digital ajuda nisso.
Tudo acontece rápido.
Uma certificação vira um selo.
Uma conquista vira um post.
Uma reunião vira um link.
Uma relação vira uma sequência infinita de mensagens e calls.
A gente registra tudo.
Mas nem sempre vive.
E acho que foi isso que essa visita me lembrou. Existe uma diferença enorme entre estar conectado e estar presente.
Você pode trabalhar com alguém por anos.
Trocar centenas de mensagens.
Fazer dezenas de reuniões.
Mas algumas horas no mesmo espaço, um almoço, uma conversa sem pauta e o olho no olho criam uma dimensão completamente diferente da relação.
Talvez seja por isso que eu tenha sentido tanta identificação ali. Existe na RD uma intenção que reconheço muito na Trammit:
Pertencimento.
Envolvimento.
Experiência.
Proximidade.
Não sei se saí de lá sabendo mais sobre a RD Station. Mas certamente saí sentindo mais o que essa parceria representa. E talvez esse seja um dos efeitos colaterais do digital:
Ficamos muito bons em criar conexões.
Só não podemos esquecer de viver algumas delas.
Porque conquista que a gente não vive corre o risco de virar só mais uma notificação.

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